Monografia
Pública Especial - IOK-BR
As Propriedades
Mágicas da Ankh (Discurso sobre a
Chave da Vida Eterna) Emblema
Sagrado dos Illuminati Svmmvm Bonvm pelo
S+B Illuminatus Frater Velado (*) SGM
de Illuminates Of Kemet
Irmão Leigo da Ordem Rosacruz
Iniciado do 7º Grau do Faraó
Possa
a verdadeira e eterna Ankh de Maat, símbolo da Vida Contínua
e da Ética Cósmica, ser percebida tal como é
pelos dirigentes da nações, das religiões e
de todas as instituições deste planeta. Guardai a
todos, oh Mestres Invisíveis dos Planos Superiores, contra
aqueles que malversam a Sagrada Ankh de Maat e procuram aparecer
como defensores do bem estar coletivo quando, na verdade, tudo o
que querem é administrar em causa própria, usando
as máscaras da hipocrisia e os discursos do falso humanismo
e falso idealismo com que tentam enganar a todos ao mesmo tempo!
ANKH, sagrada chave que abre as portas da Vida Eterna, é exibida
ritualisticamente na mão dos deuses do panteão do Antigo Egito,
e Aton, o Disco Solar, apresentado pelo faraó Akhenaton como o único
Deus, estende-a nove vezes ao mesmo tempo para os habitantes do
Plano Terra, conforme se acha retratado em painéis daquela misteriosa
civilização. Misteriosa, porque até hoje os pesquisadores não conseguiram
explicar de forma aceitável como teria sido possível construir com
tanta perfeição matemática monumentos como as pirâmides, que supostamente
teriam como finalidade principal servir de túmulo aos reis. Nenhuma
outra civilização antiga fascinou a mente dos místicos tanto como
a egípcia. Os ocidentais brancos foram buscar ali os elementos com
que construíram não só as teorias de suporte para as suas ordens
e fraternidades esotéricas, como se apoderaram de símbolos da religião
Khemetica e os estilizaram a seu gosto, criando novas versões para
antigos enunciados dogmáticos. Um desses símbolos, muitas vezes
transformado em mero signo (símbolo misticamente morto) é a Ankh,
que esses esoteristas europeus e americanos passaram a chamar de
Cruz Ansata, muitos deles tentando provar, sobre os mais sofisticados
sofismas, que esta seria a matriz da Cruz Cristã. A Ankh pertence
a Maat, filha de Ra e consorte de Thoth, associada ritualisticamente
a Ptah e a Anpun (Anubis).
A Ankh
de Maat, Deusa da Verdade e da Justiça, representa não apenas a
chave da Vida Eterna (como se esse apenas fosse pouco), mas, ainda,
várias outras enunciações vibratórias e proclamações emblemáticas
para a abertura de numerosos planos da mente cósmica. É simplesmente
impossível a um não-iniciado entender o pleno significado da Ankh,
inclusive como chave da vida material. A Ankh é um emblema da Força,
a Vontade emanada de Si própria que tira constantemente do Nada
Aboluto o substrato com o qual plasma a materialização dos mundos.
Como e porque esse emblema teria sido gravado no inconsciente coletivo
dos antigos egípcios é uma questão muito complexa, envolvendo uma
série de fatores e circunstâncias, cuja análise daria material para
vários livros.
A
Ordem de Maat, da qual sou membro, publica uma página (em inglês)
sobre a Ankh, na qual é feita referência às suas qualidades eletromagnéticas.
Essa página pode ser acessada clicando-se AQUI
e é interessante que vocês dêem uma olhada nela, mesmo que não saibam
inglês o suficiente para entender tudo o que está escrito lá. Há
imagens interessantes e vocês verão, inclusive, a Ankh como tema
de arte moderna e de joalheria, para adorno das vaidades e para
a execução de rituais esotéricos modernos.
Quando
se fala em chave da Vida Eterna, referindo-se à Ankh, a primeira
idéia que vem à mente dos ocidentais brancos é a da reencarnação.
Na verdade, os antigos egípcios não acreditavam em reencarnação,
mas, sim, em Vida Eterna, tal e qual esse tipo de existência é anunciado
para os ocidentais por Jesus Cristo, quando diz "Um homem só
vive uma vez". Para os antigos egípcios, concluída a existência
material tinha início uma outra - esta perene -, mas para chegar
a ela era necessário o concurso dos vivos, para que o morto, inclusive,
pudesse vencer certos obstáculos, como, por exemplo, ser despedaçado
por Apophis, a representação do mal. Esse simbolismo pode ser claramente
entendido através das palavras do nosso Hierofante, o Mestre Apis:
"A Vida é Eterna; as criaturas são transitórias". Podemos
perceber, claramente, que o que "reencarna" é a Vida,
ou seja, ela se remanifesta continuamente, como as figuras mutantes
de um cenário caleidoscópico; assim, cada criatura é (foi, será) uma
manifestação única e que não se repete (poderá haver, isso sim,
uma espécie de continuidade sob vontade, mas isso é reservado aos
que adquiriram o chamado "domínio da vida", e isso é sempre
exercido com um propósito muito bem definido, como uma missão cósmica,
para dizer melhor).
Se vocês
observarem o desenho da Ankh original, tal como é mostrada nos painéis
do Antigo Egito, perceberão porque ela é a Chave da Vida. No desenho
da Ankh estão representados os órgãos femininos produtores de um
novo ser: o útero e as trompas. Nesse desenho está representado
também o orgão masculino que exerce a fecundação. Você vai ver ali,
nitidamente, a simbolização de que yoni é o soquete e lingam
o plug, exatamente como se enuncia essa junção da dualidade no Tantra.
Se você está familiarizado com esses ensinamentos da Índia, se você
inclusive conhece a Meditação de Kalachakra (mesmo que não tenha
sido iniciado para poder realizá-la), ficará mais fácil explicar
que a Kundalini é precisamente a vibração ascendente/descendente
emanada pelo lingan-yoni que constroém a Ankh compreendida no Plano
Terra para a materialização da Vida em forma de criaturas semoventes.
É
justamente desta vibração e de seu uso que versa principalmente
este artigo, uma mera exposição superficial sobre tão profundo tema.
De início é preciso saber que a Vida tal qual o homem a conhece
se manifesta ao mesmo tempo em vários planos. Sobre alguns será
simplesmente impossível falar aqui, pois a compreensão do que seria
dito iria ficar na dependência da existência de todo um background
iniciático: por exemplo - a conclusão, com pleno aproveitamento,
dos Graus Superiores de ordens e fraternidades iniciáticas, como
os Planos da AMORC (isso, geralmente, demanda cerca de 25 anos de
estudos metafísicos que de forma alguma se resumem à absorção de
conhecimentos pela tradicional maneira acadêmica: ler, compreender
e memorizar, não, não se trata disso).
Os planos
de manifestação da Vida dos quais se pode falar em um artigo escrito
para publicação na Internet, como é o caso deste, acessível, portanto,
a todos os visitantes de uma página web, são: o Plano
Material,
o Plano
Simbólico
e o Plano
Intuído.
O
Plano Material, como o próprio nome diz, é este no qual os seres
animais, vegetais, minerais etc existem. No Plano Material a Ankh
se manifesta não apenas como símbolo da Força em Ação, gerando
continuamente a Vida, mas também como Diapasão da Harmonia, emitindo
uma vibração sonora inaudível ao homem não preparado, mas que outros
animais de audição mais aguçada, como o cão e os morcegos, podem
escutar claramente. Esse assunto não pode de forma alguma ser tratado
superficialmente - para que enunciados não sejam banalizados - como
também não pode ser objeto de uma exposição pública, aberta a todos,
tal o perigo que a tramissão de certos conhecimentos representaria.
Isso poderia ser usado por pessoas mal intencionadas, para dominar
o próximo e arrancar-lhe dinheiro. Mas por alto, muito en passant,
pode-se revelar aqui que essa vibração sonora é nada mais nada menos
que uma onda eletrmagnética que pode ser manipulada (não através
de meros rituais, mas por força mental adquirida iniciaticamente).
Através dessa manipulação a vibração propagada pela Ankh pode se
tornar onda portadora de pensamentos contendo instruções subliminares.
UM
PEQUENO EXPERIMENTO
Acima,
a representação gráfica de uma propagação portando uma forma-pensamento
emitida durante um experimento místico-científico realizado pela
Ordem de Maat: uma mão simbólica, a qual é capaz de atuar fisicamente
- de todas as formas possíveis e imagináveis - sobre unidades de
consciência animada como homens, cães, peixes, bactérias etc etc.
A imagem
acima, criada mentalmente através de uma vibração sonora e interpretada
por um computador, mostra o momento em que um membro da Ordem de
Maat (ao centro) projeta com os olhos uma mão virtual e a propaga
através de uma portadora emitida pela Ankh do Hall Eletromagnético
Privativo dos Membros. Na verdade trata-se de duas mãos: enquanto
a direita protege a cabeça do experimentador a esquerda é propagada
(projetada) até seu destino. Ela tanto pode entrar na mente animal
como na CPU de um computador. Esse processo é usado pela Ordo Svmmvm
Bonvm para executar ações online em interação do Plano Simbólico
com o Plano Material. Isso pode ser usado para cura e para Iniciação
(a Ordo Svmmvm Bonvm, da qual a Ordem de Maat é uma divisão, não
confere iniciações, mas há mestres da OS+B, como Aum-Rah, que de
tempos em tempos propiciam iniciações especiais, as quais não adjudicam
qualquer título a quem quer que seja). A Ordem de Maat disponibiliza
na Internet, no site de sua Suprema Grande Loja, um Hall Eletromagnético
Público, o qual pode ser usado para cura, contato mental com seres
instalados neste e em outros planos etc. O Hall Eletromagnético
Público pode ser usado por qualquer pessoa para meditação e para
desmagnetização de vibrações negativos. Para esta última finalidade
basta a pessoa olhar fixamente através da parte superior da Ankh,
que retirará da pessoa vibrações ruins para ela, que sobre ela possam
ter sido projetadas por seres ou circunstâncias. Isso é tudo o que
pode ser dito aqui a respeito do Hall Eletromagnético Público.
O Plano
Simbólico é a dimensão manifestativa na qual os seres existem permanentemente,
sejam eles seres do Primeiro Ciclo ou de outro Ciclo. Nesse Plano
os seres se manifestam não como unidades animadas de consciência
(autoconsciente ou apenas consciente), mas como experiências
de existências vividas no Plano Material, as quais podem, ou não,
subsistir como símbolos. Por exemplo: suponhanos que Christian Rosenkreuz,
o Fundador do Rosacrucianismo, tenha realmente existido, como ser
humano real; sua experiência iniciática-iniciadora-plasmadora teria
sido tão completamente assumida que a Força a transforma em um Símbolo
Permanente; suponhamos agora que esse Símbolo possua alguém, digamos,
Max Heindel: ele difunde um conhecimento Rosacruz e constitui uma
Fraternidade Rosacruz. Compreendam que de forma alguma houve uma
reencarnação ou mesmo algo parecido com uma possessão mediúnica.
O que ocorreu, neste mero exemplo, foi o exercício pleno da mais
alta assunção que alguém pode fazer quanto a uma Iniciação. Trata-se
(para quem tenha condições de compreender), de uma Iniciação direta
da Grande Fraternidade Branca, a qual é formada não por seres humanos
desencarnados mas por Símbolos Permanentes proclamados pela Força.
Contudo - e é aí que se manifesta a suprema alquimia mística - quando
um ser do Plano Material é infundido por um Símbolo Permanente,
ele passa a ser esse símbolo no Plano Material. Assim
(para quem possa compreender e retornando ao exemplo) Max Heindel
foi Christian Rosenkreuz no Plano Material, sem por
un instante sequer deixar de ser também ele próprio, Max Heindel.
A Ankh atua principalmente no Plano Simbólico, pois é precisamente
daquela Dimensão Superior que ela emite a propagação contínua da
Ética, baseada na Verdade, na Justiça e no Equilíbrio, para a produção
da paz mental. A deusa Maat, contudo, não reside no Plano Simbólico,
e, sim, no Plano Intuído, o qual estudaremos a seguir.
Plano Intuído
é o Plano de Compreensão no qual a Força se revela a Si mesma pela
justaposição do Nada Absoluto à Existência Permanente. É neste Plano,
totalmente abstrato e incompreensível para a mente humana que existem
Manifestações Simbólicas Incorpóreas como Deus, como todo um Panteão
de Deuses e Deusas. Quando essas mesmas figurações são criações
mentais da humanidade ou de outros seres (os quais existem
em outros planos), elas são compreendidas através do Plano Simbólico,
o qual funciona como uma lente capacitadora, a qual torna compreensíveis
aos seres, como os humanos, as ideações de Deus etc; é deste Plano,
o Simbólico, que são emanadas as religiões e todas as organizações
místicas endereçadas ao homem, quer como instrumento de religação
com uma suposta Divindade, quer como ferramenta de evolução para
as consciências. É também no Plano Simbólico que residem os Mestres,
tenham eles existido como seres ou sejam eles criações mentais.
Como se vê, Plano Intuído e Plano Simbólico são dimensões intimamente
ligadas, mas ao mesmo tempo compartimentos absolutamente estanques.
O Plano Intuído é, pois, uma Dimensão de Compreensão Absoluta, na
qual Existência e Não-Existência não se separam, mas, como já foi
dito, se justapõem: ou seja - tornam-se a mesma coisa
embora não sejam a mesma coisa. Como se situa a Ankh
no Plano Intuído? Bem, aí é que começa a base de todo um estudo
realmente superior, em termos de compreensão humana: a Ankh é
o próprio Plano Intuído! O que se conhece, para olhos humanos, a
respeito da Sagrada Chave da Vida, a Ankh, do seu uso Khemetico
à sua utilização esotérica e exotérica na modernidade, passando
pela banalização, nada é quando se sabe o que a Ankh realemte é.
No Plano Material só se pode ver - e assim mesmo claramente para
uns poucos - o que a Ankh representa, não o que ela é. Se um ser
humano pudesse ver o que a Ankh realmente é, ele não
seria mais um ser humano, seria Maat, uma abstração na qual a Força
se mostra em atuação no Cosmos.
Como já
foi dito, organizações esotéricas e iniciáticas usam a Ankh de Maat
como símbolo e instrumento. A Ordo Templi Orientis usa a Ankh, Ordens
Rosacruzes como a Golden Dawn e a AMORC usam a Ankh, a Maçonaria
e a Teosofia usam a Ankh e, obviamente, modernas organizações Khemeticas
a usam. Contudo, sem ser tendencioso, devo ressaltar, a bem da verdade,
que nenhuma organização mística atualmente manifestada no Plano
Material usa a Ankh com tanta propriedade e com tanto conhecimento
de causa como a AMORC. O Dr. Harvey Spencer Lewis (Sar Alden) foi
o introdutor do uso da Ankh de Maat no moderno Rosacrucianismo.
Lewis reorganizou na modernidade a Escola de Mistérios de Akhenaton,
o faraó que viveu em Maat, por Maat e para Maat, dando-lhe o nome
de The Ancient and Mystical Ordo Rosae Crucis (AMORC). Lido ao contrário
(Crucis Rosae Ordo Mystical and Anient The) o nome da AMORC forma
a palavra CROMAAT. Lewis não escolheu esse nome ele
o recebeu, por infusão, ele lhe foi infundido por
osmose, diretamente do Plano Simbólico, no qual Akhenaton existe
como um Símbolo Permanente. A AMORC usa intensivamente a Ankh, como
sinal ritualístico, como símbolo de uso dos seus membros, como instrumento
de focalização no Sanctum Privado e como ferramenta de Iniciação
(no Plano 4 há uma Iniciação totalmente devotada à Ankh, mas aqui
nada pode ser dito a respeito, por se tratar de matéria privativa,
que não pode ser exposta de forma alguma). O Fato é que Lewis conhecia
profundamente o significado da Ankh de Maat e chegou
mesmo a utilizar a sua propriedade eletromagnética para a realização
de vários trabalhos de projeção mental e até de comunicação com
o Bardo, que a Ankh torna acessível, possibilitando a comunicação
com os seres que ali estão, temporariamente.
Este, como
foi dito, é um artigo meramente superficial, apenas uma exposição
sobre a Ankh, para que todos saibam do seu imenso poder e profundo
significado místico. Faz parte do trabalho de que fui incumbido,
para a propagação do Rosacrucianismo no Terceiro Milênio, e do qual
tenho tentado me desincumbir. A plena utilização das propriedades
eletromagnéticas, alquímicas, geradoras e regeneradoras da
Ankh é estudada intensivamente pelos membros da Ordem de Maat, para
aplicação prática no Plano Material, visando à construção de uma
sociedade animal-vegetal-mineral mais justa.
Maat Hotep
Estejamos
sempre atentos, para que não se perca a Luz de vista!
Svmmvm
Sanctissimvs Illvminatvs,
03
de Janeiro de 6242 AFK (2002 CE)
Per
Novus Ordo Seclorum,
Frater
Velado, Abade para o Terceiro Mundo Sacrossanctae
Ordo Svmmvm Bonvm http://svmmvmbonvm.org/
NOTA
DO EDITOR:
(*)
O Rev. Illuminatus Frater Vicente Velado, 7Ph.D. (Profeta Jehosu),
69 anos de idade terrestre em 2010CE, é Abade da Ordo Svmmvm Bonvm
Para o Terceiro Mundo e Irmão Leigo da Ordem Rosacruz Verdadeira,
Eterna e Invisível há 15 anos, Dirigente de Illuminates of Kemet,
Fundador e Publisher da Biblioteca Digital OS+B. Foi instruído pela
Loja da Grande Fraternidade Branca para construir a Interface Web
do Rosacrucianismo na Nova Era. Filósofo, pintor místico, músico
e experimentador científico, autor de mais de 350 livros, monografias,
ensaios e artigos sobre Metafísica, o Frater Velado, como é conhecido,
foi eremita Beneditino durante oito anos, durante os quais se purgou
pela ascese, tendo dado continuidade ao ascetismo como yogi da Seita
de Kali e praticante/desenvolvedor de Arat Sekhem (Kundalini Yoga
Kemetico). Yantra online: http://svmmvmbonvm.org/jehosuyantra.htm
Seus estudos Rosacruzes, preparatórios para sua missão na
Terra, foram feitos ao longo de mais de três décadas, através do
Sistema Antigo de Ensino da Ordem Rosacruz, AMORC, da qual é Membro
Vitalício desde 1996 CE, tendo ingressado nessa Ordem R+C em 1977.
Um livro digital contendo sua biografia oficial profana e mística,
publicado pela Ordo Svmmvm Bonvm, está disponível online e para
download na Biblioteca Digital OS+B, em: http://svmmvmbonvm.org/livrariaos+b/
. Seus websites oficiais são o “Prophet Jehosu”:
http://svmmvmbonvm.org/jehosu/
e o “Frater Velado - A Missão e a Obra”: http://jehosu.svmmvm.org
/ As Galerias de Arte do Frater Velado podem ser visitadas através
de Digital-Matrix R+C: http://digital-matrix.org/
Visite
o Site Oficial dos Iluminados de Kemet,
que disponibiliza Monografias Públicas para a Nova Era Mental: http://svmmvmbonvm.org/aum_muh.html
Giant
tsunami strikes Asia, death toll tops 289,000 - Your support is
needed!!